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Um Homem Célebre

Sempre em busca de inspiração

04/04 - sábado - 11h e 17h - Teatro do Memorial de Curitiba

Trupe Qualquer

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Na peça, um ator que está prestes a entrar em cena fica em pânico ao não conseguir se ver mais no espelho. Com isso, ele ata a ponta de sua vida à de Pestana, músico do teatro, que teve sua vida celebrada por compor polcas, e, também, por um suposto pacto com o Diabo - que na peça disputa com Deus a narrativa da Terra.

Duração: 100 minutos

Público-alvo: Amantes do teatro, da literatura, sobretudo a literatura de Machado de Assis, interessados em arte, identidade e negritude.

Classificação Indicativa: 14 anos

FICHA TÉCNICA

DRAMATURGIA E DIREÇÃO: Rafael Coutinho
ELENCO: Beatriz Lira, Christiam Concolato, Giovanna Stheling, Jeann Cavalari e Thiago Andrade
SUPERVISÃO: Pedro Kosovski
BANDA: Caio Ferreira, Raquel Souza, Wendy Ferreira
TRILHA SONORA: Jeann Cavallari
CENOGRAFIA: Christiam Concolato
MAQUIAGEM E CABELO: Giovanna Stehling
FIGURINO: André Monteiro
ILUMINAÇÃO: Rafael Coutinho
TÉCNICA: Geison Vargas (Prisma Iluminação)
TÉCNICO DE SOM: Estevão Franca
DESIGNER E IDENTIDADE: Renan Torres
REDES SOCIAIS: FernandaOliveira
VIDEOMAKER: Nina Cristófaro
COREOGRAFIA: Felipe Noselhi
FOTOGRAFIA: Marcella Calixto
SUPERVISÃO DE CENOGRAFIA: Fernanda de Souza

TRUPE QUALQUER: 

Com texto e direção de Rafael Coutinho (mestre e doutor em literatura pela UFRJ e graduado pela UFJF), a peça explora temas universais e atemporais presentes na obra de Machado de Assis: identidade, arte brasileira, sucesso, fracasso e as intrincadas contradições da natureza humana. A supervisão dramatúrgica é assinada por Pedro Kosovski, renomado diretor e dramaturgo carioca, vencedor do Prêmio Shell. Um dos grandes diferenciais do espetáculo é a presença marcante de uma banda ao vivo, liderada por Jeann Cavallari (ator da peça e licenciado em Música pela UFJF). A trilha sonora original propõe uma releitura contemporânea da polca, gênero musical popular do século XIX, e aborda a complexa busca por originalidade, um tema central na jornada do protagonista. "Escrever a partir de Machado de Assis é um desafio, ele é um dos maiores prosadores do planeta. A ideia não era encenar os contos, mas, sim, fazer uma espécie de antropofagia com eles, criar algo novo a partir deles" , explica Rafael Coutinho.

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