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Doce Árido

05/04 - domingo - 17h | 06/04 segunda - 11h - Teatro do Memorial de Curitiba

Sempre em busca de inspiração

Doce Arido - Marcella Calixto 2.jpg

À beira do tacho, três gerações de mulheres sustentam a casa com a produção artesanal de doce de leite. Entre o risco de um parto, a escassez que ronda e a promessa de uma encomenda capaz de mudar suas vidas, mãe, filha e avó se equilibram entre o peso da tradição e o desejo de liberdade.

Duração: 90 minutos

Público-alvo: Mulheres e homens de diferentes faixas etárias, estudantes do Ensino Médio e da Educação de Jovens e Adultos (EJA) de escolas públicas, pessoas com deficiência, coletivos políticos, além de profissionais e pesquisadores das áreas de saúde mental e comportamento humano. Também se destina a apreciadores das artes cênicas e da cultura em geral.

Classificação Indicativa: 14 anos

FICHA TÉCNICA

Elenco: Pri Helena, Rebeca Figueiredo e Layla Paganini

Texto e Direção: Tairone Vale

Colaboração Dramatúrgica: Layla Paganini, Leo Cunha, Pri Helena e Rebeca Figueiredo

Co-direção: Léo Cunha

Direção de Arte: Cris Bourgeaiseau

Núcleo de Cenografia: Cris Bourgeaiseau, Rebeca Figueiredo, Tairone Vale, Marcella Calixto, Amanda Corrêa e Vitória Vargas.

Iluminação: Nitay Krishna

Figurino: Cris Bourgeaiseau

Trilha Sonora Original: Laura Jannuzzi

Preparação Corporal: Letícia Nabuco

Programação Visual: Marcella Calixto e Vitória Vargas

Fotografia: Marcella Calixto

Mídias Sociais: Rebeca Figueiredo

Costureira: Aline Azevedo

Direção de Produção: Cris Bourgeaiseau

Produção Executiva: Jhully

SOBRE:

A partir do universo das pequenas doceiras do interior de Minas Gerais, em uma casa rural atravessada pelo cheiro da lenha queimada e do leite fervido, a peça acompanha três gerações de mulheres presas ao ciclo aparentemente inescapável do tacho de doce, da lida diária e dos limites impostospeloabandonoepelapobreza. Doce Árido é um drama potente, visceral e profundamente humano que revela um retrato impactante das tradições, da resistência e das violências silenciosas vividas por tantas matriarcas brasileiras.

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